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Crise na Restauração: Empresas Não Conseguem Pagar Empréstimos Covid

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Crise na Restauração em Portugal: Desafios e Apoios Crise na Restauração em Portugal: Desafios e Apoios Necessários Nos últimos meses, tem-se vindo a agravar a situação das empresas do setor da restauração em Portugal. Muitas delas enfrentam dificuldades financeiras e crescentes dificuldades em honrar os empréstimos contraídos durante a pandemia de Covid-19. De acordo com a AHRESP, a associação que representa o setor, vários empresários já não conseguem cumprir com os pagamentos das dívidas acumuladas, colocando em risco a sustentabilidade de muitos negócios. A situação revela-se ainda mais preocupante quando se observa que o setor da restauração foi um dos mais afetados pelas medidas de confinamento e restrições sanitárias, levando a uma quebra significativa na faturação. Agora, com a recuperação lenta e dificuldades de liquidez, muitos empresários sentem-se encurralados, sem recursos suficient...

Cinco Anos Após a COVID-19: Lições Aprendidas e o Impacto da Pandemia no Mundo

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Cinco Anos Após a COVID-19: Reflexões sobre um Mundo em Transformação Cinco Anos Após a COVID-19: Reflexões sobre um Mundo em Transformação O Início da Pandemia No dia 11 de janeiro de 2020, um trágico acontecimento ocorrido na cidade de Wuhan, na China, marcava o início de um capítulo sombrio na história da humanidade: o primeiro óbito causado por uma pneumonia atípica. Desde então, a COVID-19 espalhou-se rapidamente, transformando não apenas a saúde global, mas também todas as facetas de nossas vidas diárias. Ao olhar para trás, cinco anos depois, somos convidados a refletir sobre as lições aprendidas e os desafios ainda por vir. Repercussões na Saúde Pública As suas repercussões começam a ser mais visíveis na forma como a sociedade se organizou, valorizando a saúde pública e questionando práticas anteriormente aceitas. Com mais de 7 milhões de vidas perdidas, a COVID-19 não apenas expôs as fraquezas dos sistemas de saúde em todo o ...
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Chegaram as primeiras boas notícias Mas a pandemia não acabou coronavirus Chegaram as primeiras notícias sobre a redução da pressão nos hospitais. O número de infectados e o número de mortes por causa da Covid estão a diminuir. A forte queda na ocupação de camas é uma notícia positiva, mas os números continuam longe da capacidade máxima para doentes em cuidados intensivos. As boas notícias começam a circular, mas é fundamental que não se perca o ritmo da vacinação que já de si é muito lento. Por outro lado, as novas estirpes permitem perceber que o processo se vai arrastar pelos próximos anos. É preciso aprender com esta pandemia para que, no futuro, haja capacidade de resposta mais pronta a ameaças semelhantes. Importa também recolher toda a informação sobre a pandemia para que, um dia mais tarde, se possa perceber detalhadamente como aconteceu esta alteração radical na vida das pessoas. A mudança de expectativas, de planos, de férias, de carreiras, de negócios. Os sectores financeiro...

A pandemia que veio quebrar com tradições e anular sondagens

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O regime semáforo A pandemia que veio quebrar com tradições e anular sondagens Tradições como o Natal ou o Carnaval foram reconfiguradas ou anuladas devido a uma pandemia. As eleições presidenciais não ficaram imunes ao vírus. A alta percentagem de abstenção prevista aponta que para nada fique decidido à primeira volta. Mais de 65% dos eleitores não irão às urnas para escolher o presidente. Já não será uma vitória tão limpinha como o presidente Marcelo havia previsto. A vida também não é certa e em tempos de pandemia nem se fala. Tudo indica para um sentido claro de não voto, fico em casa. #fiqueemcasa foi uma das hashtag mais utilizadas em Portugal, destinada a incentivar o isolamento social durante a pandemia. As mensagens de esperança com arco-íris na janela já desapareceram. Desapareceu a esperança? Estamos a viver os resultados das medidas políticas que têm vindo a ser tomadas muitas vezes de maneira titubeante e quase sempre errática. Se o efeito da pandemia na participação eleit...

Presidenciais - Janeiro de 2021

Presidenciais - Janeiro de 2021  Hoje de manhã fui à rua passear com o cão e deparei-me com um cenário inóspito.  Sem condições de segurança para os cidadãos-eleitores, em plena crise pandémica, vi filas e filas de pessoas a menos de 2 metros entre si, dentro do perímetro de uma escola secundária para começar a votar nas presidenciais de 2021.  Depois percebi pela imprensa que hoje já eram esperadas que cerca de 250.000 pessoas exercessem o seu direito em regime de voto antecipado em mobilidade.  Continuei o passeio da manhã com o cão e cogitava numa boa maneira de perceber o que tinha acabado de testemunhar.  Ainda há bem pouco tempo o governo se queixava que a pandemia havia disparado em número de infectados por causa da celebração do Natal. O aumento exponencial de mortos e infectados havia sido atirado à cara dos portugueses. Estavam a pagar o preço do alívio no confinamento durante o período natalício, que havia acontecido há 23 dias atrás.  Por outro ...

As tecnologias irão tão longe quanto a sustentabilidade do planeta o permitir

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Até há bem pouco tempo o presidente de um país democrático foi governando através Twitter, dado tratar-se de um meio chave para o debate político, embora no final tenha sido definitivamente expulso da plataforma por não cumprir as regras, designadamente por publicar declarações que incitavam à violência, ao ódio e ataques sucessivos às minorias.   Mas que tal tipo de governação possa acontecer é imprescindível que todos os cidadãos estejam ligados em rede, pois só é possível dirigir um país depois garantir meios para que os cidadãos recebam toda a informação.     Desde há muito tempo atrás que as notícias correm através da rádio e mais tarde através da televisão. Mas também circulam desde sempre através da imprensa, meio de comunicação secular. Todos estes meios de comunicação em  massa  têm uma característica em comum, tem apenas um emissor que transmite para muitos receptores, sem a possibilidade de retorno, ou pelo menos retorno restrito, o que dificulta o di...