O inevitável resgate financeiro de Portugal
Houve uma inevitabilidade sobre a decisão de Portugal em ter aceite o resgate da União Europeia para sobreviver à crise financeira cada vez mais onerosa. O momento-chave foi quando Lisboa anunciou os resultados de um leilão de títulos. O dinheiro foi levantado a partir dos mercados, mas a um preço exorbitante, e o governo português foi confrontado com uma escolha simples: pedir emprestado aos mercados à taxa de 10% pedir emprestado à União Europeia a metade dessa dessa taxa. Os políticos andaram meses a declarar ao país que não existiria qualquer resgate financeiro ou alteração política e de repente torna-se claro que os acontecimentos saíram fora do controlo do governo. Quais as consequências? Primeiro lugar Certamente não significa que a vida ficou mais fácil para Portugal, como os gregos e os irlandeses também podem testemunhar. Esta ajuda financeira proporcionada pela troika vem com amarras, Amarras da troika e essas cordas s...