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Os tremores políticos do governo português

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O governo português, após alguns tremores políticos, evitou o colapso até agora. O apoio intermitente do CDS tem contribuído para a instabilidade governamental. A rigorosa execução das exigentes medidas de austeridade impostas pelos credores internacionais, vulgo troika, tem sido de difícil implementação. A estabilidade política pais tem sido difícil de alcançar. A aliança política entre o PSD e o CDS tem vindo a fragilizar-se. Mesmo que o governo de coligação se mantenha, tem vindo a assistir-se ao seu enfraquecimento e perda de vigor. Atrás destas fissuras governamentais, está a frustração dos portugueses. Anos de cortes na despesa pública, saúde, segurança social e educação atiram o país para uma recessão económica longa e sem fim à vista. Os benefícios prometidos desta forma tardam em aparecer. O Produto Interno Bruto (PIB) apresenta sinais de recuperação tímida conforme os indicadores de conjuntura de agosto do Banco de Portugal  (bportugal.p...

Os países mais pobres contribuem para o financiamento do FMI

Os países mais pobres que contribuem para o financiamento do FMI reclamam ter que sustentar a Europa rica.  Mais da metade dos empréstimos do FMI vão para a zona do euro. O FMI já contribuiu com cerca de um terço do dinheiro usado para resgatar países como Portugal, Irlanda e Grécia, com o restante vindo de outros países da zona do euro. Historicamente, a Europa nunca havia tomado empréstimos do FMI. Agora os empréstimos têm vindo a aumentar de forma dramática. Líderes e cidadãos de países como a Grécia, Portugal e Irlanda, queixaram-se amargamente sobre os termos que o FMI, como parte da troika, juntamente com o Banco Central Europeu e a Comissão Europeia, impuseram condições em troca de empréstimos. Além de cortes orçamentais e aumentos de impostos, os governos têm sido pressionados para reverter algumas regras que protegem os trabalhadores contra o despedimento e impor outras mudanças impopulares. Mesmo se o FMI repensar a sua posição sobre a austeridade, irá cont...

Irlanda já regressou aos mercados

No passado verão a Irlanda regressou aos mercados, um importante primeiro passo para um regresso aos mercados de capitais, o qual será gradual de acordo com montantes e maturidade da divida. Assim o programa de intervenção e austeridade ao qual a Irlanda também está sujeita, já começou a dar os primeiros sinais para sair da crise. O produto interno bruto (PIB) cresceu 0,4% no segundo trimestre e 0,2% no terceiro. A Irlanda é o primeiro país intervencionado a assumir a presidência da União Europeia. Veja também: Extinção das tarifas reguladas ( http://gestornosapo.blogspot.pt/2012/12/extincao-das-tarifas-reguladas.html )

Sócrates terá pedido ajuda desesperada a Merkel

Segundo o "The Guardian", o primeiro-ministro português telefonou na semana passada à chanceler alemã "desesperado" para "pedir ajuda" da Alemanha, mas não uma intervenção externa nos moldes em que aconteceu com a Grécia e a Irlanda.   fontes: http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=463821 http://www.jornaldoalgarve.pt/2011/01/socrates-tera-pedido-ajuda-desesperada-a-merkel/ http://www.sabado.pt/Ultima-hora/Dinheiro/Socrates-tera-pedido-ajuda--quot;desesperada-quot;.aspx http://www.agenciafinanceira.iol.pt/mercados/socrates-merkel-ajuda-divida-crise-agencia-financeira/1226974-1727.html http://www.clubeinvest.com/forumbolsa/noticias/socrates-tera-pedido-ajuda-'desesperada'-a-merkel/ http://aeiou.expresso.pt/socrates-telefonou-a-merkel-a-pedir-ajuda=f626831