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Portimão: Palco Maior da Literacia Financeira e o Despertar de Uma Nova Consciência

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A Tua Carteira Agradece! Como Portimão Nos Mostra o Caminho para um Futuro Financeiro Mais Fixe 🚀 Ei, malta! Já pararam para pensar no vosso dinheiro para além da mesada ou do part-time? Se sim, estão no caminho certo! E se ainda não, fiquem a saber que em Portimão, o palco da literacia financeira ficou bem claro: **saber lidar com a guita é cada vez mais importante para a nossa geração.** Descomplicar as Finanças: Chega de "Economês"! 🙅‍♀️ Sabem aqueles termos todos complicados que parece que só os adultos percebem? Pois é, os "grandes" já perceberam que não dá para continuar assim. A ideia é **simplificar a comunicação digital**, especialmente quando falamos de seguros ou investimentos. Ninguém quer ter de decifrar um código secreto para perceber onde está a pôr o seu dinheiro, certo? "Temos de construir produtos no setor seguro mais simples de compreender" – esta f...

A fidúcia do dinheiro - por João Pires

A fidúcia do dinheiro   Quando o dinheiro se torna vaidoso, sem modéstia e presunçoso adopta todas as cores. A cor do sangue, do suor das lágrimas, do ouro, dos diamantes, do petróleo, da inveja, da cobiça, das lavandarias, dos tráficos de influências, dos tráficos da droga , das máfias, da ambição e do poder. Pouco sobra para a vida pacata do cidadão comum. O dinheiro ganho à custa do trabalho representa uma parcela pequena neste universo. Esse dinheiro serve para pagar a alimentação, a roupa, o calçado, a saúde, a educação, a justiça e outros serviços públicos através dos impostos, bem como o direito à escolha da educação ou da saúde prestada por empresas privadas. O dinheiro também permite concretizar necessidades como umas férias merecidas depois de um ano de trabalho ou tantos desejos quanto aqueles que a sociedade de consumo moderna pode proporcionar. Se o dinheiro pode comprar prestações de serviços na saúde, não compra a saúde, se pode pagar um colégio não c...

Na vida tudo é incerto menos a morte e os impostos

As últimas medidas de restrições financeiras, anunciadas ao país, foram apresentadas como uma taxa extraordinária. Mas de taxa nada têm pois não se traduzem em contrapartidas diretas aos seus contribuintes . Assim, deixa de ser uma contribuição social, como anunciado, para ser um imposto único. É mais fácil a aplicação de novos impostos que o corte das gorduras do Estado.