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Desemprego na zona euro em máximos da década de noventa

A taxa de desemprego tem vindo a agravar e já ultrapassou 12% em maio, nos países do euro.  A diferença das taxas de desemprego na zona euro tem vindo a aumentar desde o início da crise financeira em julho 2008. No conjunto dos 17, Portugal manteve a terceira taxa de desemprego, a seguir à Grécia e Espanha. As tendências do desemprego são diferentes, conforme variam os grupos de população. Fontes: OCDE e Eurostat Joao Pires veja também A crise criada pelas demissões dos ministros das Finanças e dos Negócios Estrangeiros de Portugal ( http://gestornosapo.blogspot.pt/2013/07/a-crise-criada-pelas-demissoes-dos.html )

Os países mais pobres contribuem para o financiamento do FMI

Os países mais pobres que contribuem para o financiamento do FMI reclamam ter que sustentar a Europa rica.  Mais da metade dos empréstimos do FMI vão para a zona do euro. O FMI já contribuiu com cerca de um terço do dinheiro usado para resgatar países como Portugal, Irlanda e Grécia, com o restante vindo de outros países da zona do euro. Historicamente, a Europa nunca havia tomado empréstimos do FMI. Agora os empréstimos têm vindo a aumentar de forma dramática. Líderes e cidadãos de países como a Grécia, Portugal e Irlanda, queixaram-se amargamente sobre os termos que o FMI, como parte da troika, juntamente com o Banco Central Europeu e a Comissão Europeia, impuseram condições em troca de empréstimos. Além de cortes orçamentais e aumentos de impostos, os governos têm sido pressionados para reverter algumas regras que protegem os trabalhadores contra o despedimento e impor outras mudanças impopulares. Mesmo se o FMI repensar a sua posição sobre a austeridade, irá cont...

O risco de crédito aumenta em Itália

S&P corta "rating" de 15 bancos de Itália . A agência de notação financeira considera que a vulnerabilidade da banca italiana ao risco do crédito está a aumentar. Veja também O BCE permitiu empréstimos suplementares à Grécia

O BCE permitiu empréstimos suplementares e impediu a falência da Grécia

O Banco Central Europeu (BCE) evitou provisoriamente a falência da Grécia garantindo que o banco central do país avançasse com empréstimos suplementares, escreve hoje o diário alemão Die Welt. No entanto é crucial que o país como um todo tome a sua própria decisão, caso contrário, não existe compromisso. Veja também Itália ainda não pediu apoio financeiro

O financiamento do BCE não está a chegar à economia real

A autoridade monetária está a analisar formas para que os financiamentos a baixo custo feitos à banca cheguem às famílias e empresas, pois se estas não forem devidamente reanimadas, a economia nacional não recupera. Veja também Grécia e troika concordam que é necessário reforçar a economia

Sócrates terá pedido ajuda desesperada a Merkel

Segundo o "The Guardian", o primeiro-ministro português telefonou na semana passada à chanceler alemã "desesperado" para "pedir ajuda" da Alemanha, mas não uma intervenção externa nos moldes em que aconteceu com a Grécia e a Irlanda.   fontes: http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=463821 http://www.jornaldoalgarve.pt/2011/01/socrates-tera-pedido-ajuda-desesperada-a-merkel/ http://www.sabado.pt/Ultima-hora/Dinheiro/Socrates-tera-pedido-ajuda--quot;desesperada-quot;.aspx http://www.agenciafinanceira.iol.pt/mercados/socrates-merkel-ajuda-divida-crise-agencia-financeira/1226974-1727.html http://www.clubeinvest.com/forumbolsa/noticias/socrates-tera-pedido-ajuda-'desesperada'-a-merkel/ http://aeiou.expresso.pt/socrates-telefonou-a-merkel-a-pedir-ajuda=f626831