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Desemprego na zona euro em máximos da década de noventa

A taxa de desemprego tem vindo a agravar e já ultrapassou 12% em maio, nos países do euro.  A diferença das taxas de desemprego na zona euro tem vindo a aumentar desde o início da crise financeira em julho 2008. No conjunto dos 17, Portugal manteve a terceira taxa de desemprego, a seguir à Grécia e Espanha. As tendências do desemprego são diferentes, conforme variam os grupos de população. Fontes: OCDE e Eurostat Joao Pires veja também A crise criada pelas demissões dos ministros das Finanças e dos Negócios Estrangeiros de Portugal ( http://gestornosapo.blogspot.pt/2013/07/a-crise-criada-pelas-demissoes-dos.html )

A crise na Zona Euro aumentou o poder do FMI

Quando Wolfgang Schäuble, o ministro das Finanças alemão um dos principais impulsionadores da política europeia, comemorou seu aniversário de 70 anos num teatro em Berlim, em setembro passado, duas das mulheres mais poderosas do mundo dedicaram palavras calorosas em sua honra: Angela Merkel e Christine Lagarde. Christine Lagarde, diretora do FMI, é grande amiga de Wolfgang Schäuble, o ministro das Finanças alemão. A presença da Sra. Lagarde reflete a sua proximidade e a amizade de longa data com o Sr. Schäuble. Mas foi também uma confirmação do estatuto que a Sra. Lagarde adquiriu na Europa, como resultado da crise do euro. O FMI tem mais a dizer sobre a gestão de crises que muitos membros da zona do euro, e Lagarde tornou-se quase figura de Estado, cujas opiniões têm mais peso que a de muitos líderes eleitos. De facto, sem dinheiro e os conselhos do FMI, a Zona Euro poderia não existir. Porque Christine Lagarde é ouvida e respeitada pelo Sr. Schäuble, também te...