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A crise financeira portuguesa

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A crise financeira portuguesa tem-se agravado ao longo de décadas com particular ênfase para o ano 2007 e seguintes e não pode ser desculpa a crise mundial. Tem raízes estruturais de origem nacional que agora se tornam mais penosas por não terem sido reconhecidas em devido tempo pelos sucessivos governos portugueses. A crise financeira portuguesa Entre as principais causas, destacam-se o desenfreado crescimento do endividamento público, a não redução constante da despesa do Estado português, o crescimento em flecha dos encargos com as Parcerias Publico Privadas (PPP) e um tímido crescimento nacional. Veja também Os politicos e os banqueiros http://gestornosapo.blogspot.pt/2014/08/os-politicos-e-os-banqueiros.html por Joao Pires

A crise de 2008-2009 e o nível do indice de confiança

Crise 2008-2009 Aconteceu precisamente o oposto em 2008-2009, quando aumentou o nível dos despedimentos e rescisões amigáveis, bem como desabaram os preços das casas (bolha imobiliária), em simultâneo com o ajustamento do mercado de ações. A confiança do consumidor japonês destacou-se pela positiva no seguimento da implementação da política económica agressiva do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, para estimular a economia. O índice do nível de confiança diminuiu na América Latina, pelo segundo trimestre consecutivo. No entanto, os consumidores da América Latina e no Extremo Oriente permanecem mais confiantes sobre as perspetivas para a obtenção de trabalho e aumento da riqueza pessoal, nos próximos 12 meses. Os norte-americanos foram os mais otimistas em relação às intenções de compra. O Paquistão, Grécia e Colômbia registaram os maiores aumentos de confiança do consumidor entre o primeiro e o segundo trimestres de 2013, embora a Grécia ainda se situe nos mercados mais ...

Novas tensões sociais em Portugal

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Teme-se um aumento das tensões sociais nos países em que os processos de ajustamento sejam percecionados como "injustos", como é o caso de Portugal entre outros países. A crise terá segmentado a economia global a "três velocidades" Tensões Sociais Não é o processo de ajustamento em si, porque as pessoas até entendem que não podem viver acima das suas possibilidades, mas porque sentem o peso das injustiças do processo de ajustamento. O desemprego continua a ser um dos grandes desafios, pois a tendência de aumento do desemprego, mantém-se e consequentemente o aumento da tensão social. Veja também Extensão de prazo até 7 anos  ( http://gestornosapo.blogspot.pt/2013/04/extensao-de-prazo-ate-7-anos.html )

A recessão e a austeridade não vão durar para sempre

Mas vão durar até quando ? Quantos mais dias, meses ou anos vão ser necessários para refazer da crise? Estima-se que o pico do desemprego seja atingido no final de 2013. E até lá? Será que ainda vamos receber novas vagas de crise vindas do exterior ? Subir, baixar ou não fazer nada quanto aos salários? Aumentar o ritmo das obras publicas? Diminuir a despesa com a saúde? Facilitar as rescisões por mútuo acordo com o alargamento das cotas para o subsidio de desemprego? Veja também PIB 2012 na penumbra  ( http://gestornosapo.blogspot.pt/2013/03/pib-2012-na-penumbra.html )

Moçambique é "chave" para Portugal sair da crise

Presidente da AICEP defende aposta num país "cheio de pontencialidades". fonte

Eleições antecipadas em Portugal

Um diário traz a sondagem: "eleições antecipadas serão o melhor para Portugal?" Será muito importante aceitar que pelo facto de haver eleições antecipadas, a crise não se resolve. Será de esperar que as dificuldades se façam sentir por mais uns anos. A grande questão é: Como vamos recuperar da crise ? Cabe ao governo e portugueses adoptar medidas para sair da crise o mais rápido possível, à semelhança do que sucedeu com os países do norte da europa. O aumento sucessivo da despesa pública e os PECs apontam no sentido oposto !