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Ida do IRS

Descida do IRS  ... Para onde vai o IRS? Tem mais impacto na mente dos contribuintes que no bolso e está abaixo da inflação esperada, ou seja, nova perda do poder de compra. O carrinho do supermercado trará menos compras em 2020.  Incentivos à natalidade e o aumento das pensões estão prometidos. Porque é que o complemento-creche não abrange todas as crianças?  11M € é o custo para acabar com as taxas moderadoras nos centros de saúde. Qual o impacto na população? Marcam-se consultas a torto e a direito, porque não se paga a taxa? Faltas às consultas sem pudor?   São ilusões que prometem mexer no bolso dos contribuintes .  Porque sobe em 0,3% o imposto único (IUC)? Veículos a gasóleo têm agravamento de 500 € no imposto a pagar. Em Janeiro os carros importados serão mais baratos. A ver a redução fiscal imposta por Bruxelas quanto aos importados (ISV). As vendas de usados estão paradas.  João Pires

Os politicos e os banqueiros

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Os políticos e os banqueiros não têm merecido o apreço dos contribuintes portugueses talvez por razões semelhantes entre si. De um modo geral os políticos são vistos como corruptos, quase sempre piores do que os seus antecedentes e a política é vista como uma actividade pouco digna e à qual as pessoas de bem têm tendência a evitar. Uma das razões reside no facto de as carreiras dos políticos se revelarem pouco ortodoxas e em sentido contrário ao dos outros países da União Europeia. Apesar de tudo os políticos vão beneficiando de períodos mais ou menos longos do  estado de graça, nem que seja o clássico desfasamento de conhecimento em período de eleições. Mas a verdade é que muitos políticos têm a oportunidade de fazer carreira na política, novas oportunidades para desempenhar cargos públicos e até transitar para a esfera privada durante a sua vida profissional. Veja também: Bruxelas dá luz verde à reestruturação dos bancos portugueses,  mas impõe cortes...

Na vida tudo é incerto menos a morte e os impostos

As últimas medidas de restrições financeiras, anunciadas ao país, foram apresentadas como uma taxa extraordinária. Mas de taxa nada têm pois não se traduzem em contrapartidas diretas aos seus contribuintes . Assim, deixa de ser uma contribuição social, como anunciado, para ser um imposto único. É mais fácil a aplicação de novos impostos que o corte das gorduras do Estado.