24 outubro 2013

Crescer com fundos próprios

O futuro poderá ser problemático.
O país terá que se habituar a viver com juros elevados.
Será mais difícil que sobrevivam políticas públicas de estímulo ao crescimento.


Quanto ao financiamento, este não existirá ou será excepcionalmente restritivo. O futuro passa por crescer com fundos próprios.

Joao Pires

06 outubro 2013

Como ganhar dinheiro nas redes sociais




Como ganhar dinheiro no Facebook
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  1. Criar uma página na rede social
  2. Promovê-la intensivamente e de forma criativa junto dos amigos, sem cair na saturação
  3. Usar a publicidade das redes sociais para angariar mais seguidores
  4. A página deve ser atualizada regularmente e em períodos diferentes do dia
  5. A comunicação deve ser curta, objetiva e rápida
  6. Publicar fotografias nítidas e apelativas
  7. Investir tempo nas fotos escolhidas. Quanto mais for adequada, melhor hipótese de retorno
  8. Incluir o máximo de informação possível sem tornar maçador
  9. Contar uma história acerca do item
  10. Não publicar preços
  11. Quanto mais completa e bem redigida for a informação maior a possibilidade de aparecer nos resultados de uma pesquisa
  12. Promover pequenos concursos, adivinhas, ideias criativas para conquistar mais "Gosto"
  13. Publicar, se possível, em várias redes sociais, como o Facebook, TwitterGoogle+ ou Youtube
  14. Publicar atualizações regulares

Como ganhar dinheiro no Facebook
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13 setembro 2013

Os tremores políticos do governo português

O governo português, após alguns tremores políticos, evitou o colapso até agora.

O apoio intermitente do CDS tem contribuído para a instabilidade governamental.

A rigorosa execução das exigentes medidas de austeridade impostas pelos credores internacionais, vulgo troika, tem sido de difícil implementação.

A estabilidade política pais tem sido difícil de alcançar.

A aliança política entre o PSD e o CDS tem vindo a fragilizar-se.

Mesmo que o governo de coligação se mantenha, tem vindo a assistir-se ao seu enfraquecimento e perda de vigor.
Atrás destas fissuras governamentais, está a frustração dos portugueses.



Anos de cortes na despesa pública, saúde, segurança social e educação atiram o país para uma recessão económica longa e sem fim à vista.


Os benefícios prometidos desta forma tardam em aparecer.

O Produto Interno Bruto (PIB) apresenta sinais de recuperação tímida conforme os indicadores de conjuntura de agosto do Banco de Portugal (bportugal.pt/pt-PT/EstudosEconomicos/).

Os encargos da dívida pública continuam a disparar desenfreadamente nos membros da zona euro que procuram manter a austeridade, enquanto que se verifica maior estabilização económica nos países-membros que não aplicaram estas restrições como é o caso da Alemanha.

Na Alemanha o crescimento é escasso, mas o desemprego mantém-se baixo e o orçamento está controlado.

Mas as autoridades da zona euro estão ansiosos por apontar casos de sucesso e Portugal era uma promessa... não concretizada.

A Irlanda também é apontada como caso de sucesso... de curta duração! A Irlanda já voltou a cair na recessão.
Os esforços dos alunos-modelo não estão a dar os resultados pretendidos.

As reformas necessárias na função pública, não passam por despedimentos nem por reduções de salários sem regra como resposta ao chumbo do tribunal constitucional quanto aos pretendidos despedimentos na função pública. Verifica-se uma tendência de redução de postos de trabalho desde 2007 conforme informação da Pordata (pordata.pt/Portugal/Emprego).
As eleições autárquicas (http://www.autarquicas2013.pt/agendadas para  setembro apontam para uma derrota dos partidos da coligação da governação. Enfim, lá vem a Doce Alternância entre a coligação CDS/PSD e os PS.


Até o FMI que tem vindo a apoiar Portugal na recuperação da recessão económica, admite que a implementação do programa delineado pela troika enfraqueceu significativamente a recuperação económica.

A grande lacuna deste programa de recuperação é a falta de visão global do problema. 

Ninguém está a olhar para o quadro inteiro.

Ou a Europa arrepia caminho em relação à austeridade ou o resultado da receita será apenas mais pobreza (publico.pt/).

03 setembro 2013

Reutilização de manuais escolares SMARLE

SMARLE, serviço municipal de apoio à reutilização dos livros escolares. Este serviço, que funciona no gabinete do munícipe, todos os dias úteis, tem como objetivo a reutilização dos manuais escolares,  forma gratuita e sem burocracias, sendo destinado a todos os que necessitem de manuais escolares e a todos os que queiram partilhar os seus, fomentando o espírito de partilha entre a comunidade.

Reutilização de manuais escolares SMARLE
Reutilização de manuais escolares SMARLE

O SMARLE está associado ao Movimento Reutilizar.org, uma rede nacional de bancos de partilha de livros escolares, criado em 2011 pelo portuense Henrique Trigueiros Cunha e que tem como lema "Reutilizar é ainda melhor que reciclar".

01 setembro 2013

Marketing Digital

As empresas portuguesas têm um longo caminho a percorrer na abordagem ao marketing digital.

Os mercados mais expostos ao exterior acabam por ser aqueles com um maior investimento alocado ao digital.

Mas existe um conjunto de razões para o investimento ser reduzido em Portugal.

Existem quatro barreiras estruturais no mercado português.

- insuficiente know-how digital
- processos de mercado com a segregação da compra da criatividade e dos meios
- falta de competências no mercado para definição de estratégia digital
- inexistência de metodologias publicadas que ajudem a estruturar o desafio da estratégia digital.

No entanto o uso destes canais acaba por ser muitas vezes superficial.

As áreas com tendência de crescimento no investimento são lideradas pelo mobile e pelas redes sociais, espelhando desta forma os comportamentos do consumidor.

O digital prefigura-se uma oportunidade gigante, mas que se encontra por explorar.

É por aqui (ambiente digital) que os consumidores passam cada vez mais tempo e desempenham um conjunto mais alargado de actividades - entretenimento, informação, educação, socialização e compra.

Tem muitas potencialidades - venda, pré-venda, promoção, consumer insight, competitive intelligence, crowdsourcing (http://pt.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing), etc

Alcance global para empresas potencialmente exportadoras.

Altamente eficaz e mensurável, permitindo fazer investimentos certeiros e com elevado retorno.

Não tem praticamente requisitos de escala.

Esta oportunidade está disponível para todos de forma global e será agarrada por aqueles que se movam primeiro e da forma mais inteligente, aplicando iniciativa e estratégia no marketing digital.

29 agosto 2013

Situação financeira do país 1859

Custa a perceber a razão d'esta obscuridade nebuloza, a que se abriga e apega a sciencia dos nossos financeiros e estadistas. Para que isto é, não se sabe ao certo. Toda a gente faz as suas contas com lucidez, simplicidade e clareza. 

Ha mesmo tratados de escripturação mercantil, que ensinão o modo facil e compreensivel de arrumar os livros do negocio,  coordenar as verbas da receita e os capitulos da despeza, de pôr em dia as contas mais escuras e difficeis. 

Todos tem os seus livros de receita e despeza, todos sabem tomar nota do que devem, e do que hão-de haver, e só para as nossas finanças (Portugal) não ha-de haver um livro claro e facil, que explique os segredos da sua escripturação, nem uma sciencia accessível e desartificioza, que todos possão aprender e conhecer, e que explique e declare ao paiz em linguagem singela e franca a sua verdadeira e exacta situação financeira.

E é d'isto que antes de tudo nós carecemos hoje. Não conhecemos todos os encargos do estado, nem podemos avaliar o alcance e elasterio das receitas publicas. Ao orçamento não se pode perguntar nada. Alli tudo são mysterios, e tenebrozidades. As cifras não deixam vêr o mais tenue rayo de luz. A verdade está escurecida e toldada.

fonte:
O Jornal do Porto, 1859

28 agosto 2013

As fuzões politicas

Diz-se e sabe-se que o ministério actual nasceu da confederação de differentes parcialidades políticas, esquecidas com esse intuitos de mútuos aggravos, e antigos ressentimentos.
A oppozição, que se faz ao governo é principalmente derivada d'essa convenção política, que elevou ao poder homens de differentes procedências partidárias, e reprezentantes de oppostas escolas governamentais.

Jornal do Porto
Jornal do Porto

É necessário que se saiba o que há de repreensível no modo de ser da actual situação, ou o que tem de exagerados e improcedentes os argumentos, que se levantão contra a organização e conservação do ministério.

Esta questão não é de hoje, nem de hontem, é uma questão de alta doctrina política, versada e discutida desde que há governos constitucionais, e oppozições políticas, decidida sempre ao calor das circunstancias, e das conveniencias peculiares de cada situação.

Hoje é uma imoralidade, amanhã será uma exigenciados acontecimentos, ou uma necessidade da epocha.
Não se pode decidir no largo campo das abstracções doutrinais, prescindindo dos accidentes da politica, e dos acazos e indicações das oscillações partidarias.

fonte:
O Jornal do Porto, 1859

16 agosto 2013

Barramento de SMS e MMS de valor acrescentado

Foi aprovado e publicado o decreto-lei que regula os SMS e MMS de Valor Acrescentado


Lei n.º 42/2013
de 3 de julho

Artigo 45.º
3 — As empresas que oferecem redes de comunicações públicas ou serviços de comunicações eletrónicas acessíveis ao público que sirvam de suporte à prestação de serviços de valor acrescentado baseados no envio de mensagem, incluindo SMS (short message service) ou MMS (multimedia messaging service), devem garantir que se encontre barrado, sem quaisquer encargos, o acesso a:

a) Serviços que impliquem o envio de mais de uma mensagem ou o envio de mensagens de forma periódica ou continuada; ou
b) Serviços que tenham conteúdo erótico ou sexual.

4 — O acesso aos serviços referidos no número anterior só pode ser ativado, genérica ou seletivamente, após pedido escrito efetuado pelos respetivos assinantes ou através de outro suporte durável à sua disposição.

5 — A pedido dos respetivos assinantes, as empresas que oferecem redes de comunicações públicas ou serviços de comunicações eletrónicas acessíveis ao público que sirvam de suporte à prestação de serviços de valor acrescentado baseados no envio de mensagem devem, sem quaisquer encargos, barrar as comunicações, para tais serviços, independentemente da existência de contrato com o prestador desses serviços ou da sua eventual resolução.

6 — Para efeitos do número anterior, o barramento deve ser efetuado até 24 horas após a solicitação do assinante, por escrito ou através de outro suporte durável à sua disposição e facilmente utilizável, não lhe podendo ser imputados quaisquer custos associados à prestação dos serviços cujo barramento foi solicitado, após esse prazo.

7 — Anterior


Artigo 3.º
Disposição transitória
Ficam excecionadas da obrigação de barramento de comunicações prevista no n.º 3 do artigo 45.º as situações em que o assinante, em momento anterior à entrada em vigor da presente lei, tenha manifestado expressa e validamente, por escrito ou através de outro suporte durável à sua disposição, a vontade de aceder aos serviços, com exceção das mensagens de conteúdo erótico ou sexual, em que o utilizador tem que confirmar essa vontade por escrito ou através de outro suporte durável à sua disposição.

Artigo 4.º
Dever de informação aos clientes
Até à entrada em vigor da presente lei, os prestadores de suporte dos serviços de valor acrescentado têm que promover um aviso, por escrito, a todos os seus assinantes, informando sobre a alteração do regime de acesso aos serviços de valor acrescentado e sobre a necessidade de, querendo, solicitar o barramento dos serviços cujo acesso passa a ser facultado por defeito.

15 agosto 2013

O inevitável resgate financeiro de Portugal

Houve uma inevitabilidade sobre a decisão de Portugal em ter aceite o resgate da União Europeia para sobreviver à crise financeira cada vez mais onerosa.

O momento-chave foi quando Lisboa anunciou os resultados de um leilão de títulos. O dinheiro foi levantado a partir dos mercados, mas a um preço exorbitante, e o governo português foi confrontado com uma escolha simples: 
  • pedir emprestado aos mercados à taxa de 10%
  • pedir emprestado à União Europeia a metade dessa dessa taxa.

Os políticos andaram meses a declarar ao país que não existiria qualquer resgate financeiro ou alteração política e de repente torna-se claro que os acontecimentos saíram fora do controlo do governo.

Quais as consequências?

Primeiro lugar
Certamente não significa que a vida ficou mais fácil para Portugal, como os gregos e os irlandeses também podem testemunhar. 

Esta ajuda financeira proporcionada pela troika vem com amarras, 

Amarras da troika
Amarras da troika


e essas cordas significar o tipo de austeridade que levaram ao colapso do governo de José Sócrates. 

Em segundo lugar
Esta ajuda financeira não vai mudar o problema estrutural de uma economia que vive lutando para se manter competitiva dentro da união europeia. 

O custo dos produtos portugueses aumentou mais rápido que os da Alemanha, tornando-se menos competitiva, e, sem a válvula de segurança de desvalorização da moeda (já não existe a política cambial) e não será um período alargado de tempo com medidas austeras e com deflação que irá reduzir os custos domésticos.

Outras greves e agitações sociais se avizinham.

Em terceiro lugar, o tempo é importante

Será que o Banco Central Europeu (BCE) vai aumentar a taxa de juro dos empréstimos?

O BCE está alarmado com as recentes tendências da inflação e vai responder, tornando mais caro o empréstimo em curso, embora na última reunião do Conselho do BCE, a 1 de agosto, tenha decidido manter inalteradas as taxas de juro directoras.

Maiores taxas de juro para atacar a inflação provocam a desaceleração do crescimento e empurram para cima o custo do serviço da dívida: 

Esta é a pior notícia possível para a Grécia, Irlanda e Portugal, que estão a gerir dia-a-dia com elevados défices orçamentais e com as economias em recessão. 

O relatório de agosto do Conselho do BCE indica uma "estabilização da atividade em níveis reduzidos".

Finalmente temos Espanha

Aqui, a notícia foi melhor, com o diferencial entre as obrigações espanholas e alemãs a estreitar ligeiramente num momento em que os rendimentos da dívida portuguesa e irlandesa têm vindo a aumentar. 
A esperança é que Espanha se tem afastado de Portugal, apesar do baixo desempenho da sua economia.

Bruxelas espera que esta perspetiva esteja correta, porque Espanha é uma realidade diferente de Portugal:

É grande demais para falir e grande demais para salvar.

07 agosto 2013

Situação financeira portuguesa no Séc XIX

O que entre nós é mais desorganizado, incompreensível e anómalo é o sistema das finanças públicas. Não há ali ordem, nem método, nem regularidade fiscal, nem pensamento administrativo ou económico.
Tudo se tem criado e sobreposto ao acaso das flutuações políticas sem conexão nem uniformidade, sem estudo nem organização.

Cada ministério tem lembrado o seu expediente e acrescentado a anarquia caótica dos orçamentos com novos e sucessivos paliativos e até absurdos, onde umas vezes avulta a inepeia e a insensatez e outras vislumbra a má fé e a desonestidade.

Tome-se nas mãos um orçamento, folheiem-se algumas páginas, leiam-se os primeiros capítulos e digam depois, com a mão na consciência se aquelas colunas de algarismos são acessíveis a todas as inteligências e se a razão mais imparcial e mais perspicaz, pode, sem esforço, arrancar o fio e a luz da verdade àquele enredado labirinto, onde a ciência cautelosa dos nossos financeiros professos escondeu o segredo das receita e despesa públicas.

fonte:
O Jornal do Porto
numero 82
terça-feira 14 de junho de 1859

28 julho 2013

Triplicou o valor do incentivo fiscal


Triplicou o valor do incentivo fiscal de que pode beneficiar quando exige faturas com o número identificação fiscal (NIF).

A partir de agora o incentivo passa a ser de 15% do IVA constante de cada fatura. Esta alteração ocorreu através de Lei publicada no dia 24 de Julho, mas aplica-se a todas as faturas que foram emitidas com o seu NIF desde 1 de Janeiro, quando se refiram a prestações de serviços enquadradas nos seguintes setores de atividade:


i) Manutenção e reparação de veículos automóveis;
ii) Manutenção e reparação de motociclos, de peças e acessórios;
iii) Alojamento e similares;
iv) Restauração e similares;
v) Atividades de salões de cabeleireiro e institutos de beleza.


O valor do seu benefício fiscal já foi atualizado no site do e-fatura, no Portal das Finanças, podendo consultá-lo inserindo a sua senha de acesso.


A emissão de fatura é sempre obrigatória, mesmo quando não solicitada. Quando exige fatura, a AT assegura que o IVA que nela pagou será entregue ao Estado e não servirá para aumentar a economia paralela.

fonte: Autoridade Tributária (AT)

Veja também

Bruxelas dá luz verde à reestruturação dos bancos portugueses, mas impõe cortes mais suaves
(http://gestornosapo.blogspot.pt/2013/07/bruxelas-da-luz-verde-reestruturacao.html)

26 julho 2013

Bruxelas dá luz verde à reestruturação dos bancos portugueses, mas impõe cortes mais suaves

Os "remédios" impostos pela Direção Geral da Concorrência (DGComp) da UE, a aplicar às instituições financeiras portuguesas, ajudadas pelo Estado, são comportáveis e, em grande parte, fazem parte da estratégia que os bancos iriam seguir de qualquer forma, mesmo que a tal não fossem obrigados.
Assim, a Comissão Europeia considera que os planos de reestruturação da Caixa Geral de Depósitos (CGD), do Banco Português de Investimento (BPI) e do Banco Comercial Português (BCP) estão de acordo com as regras comunitárias, no que concerne aos apoios estatais.
Os planos de reestruturação do BPI e da CGD estão já formalmente fechados com Bruxelas. Quanto ao BCP, já existe acordo, mas não foi formalizado e o processo do Banif, que entrou mais tarde, ainda não está concluído nem garantida data para a sua aprovação. Há um ponto comum a todas as instituições: severa redução de estrutura - balcões e funcionários -, limitação dos salários dos banqueiros e proibição de realizar aquisições e desinvestimento no exterior, nos casos em que tal se aplica.
Recorda-se que o Estado português injetou 1,6 mil milhões de euros na CGD, cerca de 1,5 mil milhões no BPI e três mil milhões no BCP, tendo sido já reembolsado em apenas 580 milhões de euros.
O mercado acredita que a banca portuguesa não necessitará de fazer um segundo pedido de apoio financeiro à troika para se recapitalizar até final do programa em junho 2014.

Veja também
A crise de 2008-2009 e o nível do indice de confiança
(http://gestornosapo.blogspot.pt/2013/07/a-crise-de-2008-2009-e-o-nivel-do.html)

25 julho 2013

A crise de 2008-2009 e o nível do indice de confiança

Crise 2008-2009
Aconteceu precisamente o oposto em 2008-2009, quando aumentou o nível dos despedimentos e rescisões amigáveis, bem como desabaram os preços das casas (bolha imobiliária), em simultâneo com o ajustamento do mercado de ações.
A confiança do consumidor japonês destacou-se pela positiva no seguimento da implementação da política económica agressiva do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, para estimular a economia.
O índice do nível de confiança diminuiu na América Latina, pelo segundo trimestre consecutivo. No entanto, os consumidores da América Latina e no Extremo Oriente permanecem mais confiantes sobre as perspetivas para a obtenção de trabalho e aumento da riqueza pessoal, nos próximos 12 meses.
Os norte-americanos foram os mais otimistas em relação às intenções de compra.
O Paquistão, Grécia e Colômbia registaram os maiores aumentos de confiança do consumidor entre o primeiro e o segundo trimestres de 2013, embora a Grécia ainda se situe nos mercados mais deprimidos a nível global.

24 julho 2013

Indice de confiança na Europa

Europa
Como os cortes na Despesa Pública, aumentos de impostos e desemprego elevado continuam a pesar sobre as famílias na Europa, a confiança do consumidor diminuiu em 14 dos 29 mercados europeus.
O consumidor europeu está em compasso de espera, vemos um conjunto distinto de camadas com consumidores alemães sendo o mais confiante, seguida pelos consumidores no Reino Unido, França e Itália e Grécia, onde a confiança é baixa e com tendência para diminuir.


indice de confiança na Europa

O Índice Global de Confiança do Consumidor subiu 1 ponto no segundo trimestre, para 94, depois de ter subido dois pontos no trimestre anterior. Os sinais dos consumidores permanecem pessimistas sobre as perspetivas globais.
O índice de confiança melhorou nos Estados Unidos, a maior economia do mundo, refletindo o aumento das oportunidades de emprego, os preços internos mais elevados e um mercado de ações a subir.
Quando os consumidores se sentem com algum dinheiro no bolso e também mais seguros sobre obtenção de emprego ou aumenta a perspetiva de manutenção do seu posto de trabalho, faz com que eles detenham maior nível de confiança.

Veja também
Os consumidores à escala global estão mais confiantes e menos preocupados com a procura de trabalho
(http://gestornosapo.blogspot.com/2013/07/os-consumidores-escala-global-estao.html)

23 julho 2013

Os consumidores à escala global estão mais confiantes e menos preocupados com a procura de trabalho

EUA, China e os consumidores japoneses estão mais otimistas no 2 º trimestre
·         A Indonésia permanece o mercado consumidor mais otimista
·         Português é o mercado consumidor mais pessimista
A confiança global do consumidor aumentou no segundo trimestre, com a perceção mais otimista sobre empregos, finanças pessoais e intenção de Despesa Pública nos Estados Unidos, China e Japão.
A Indonésia continua a ser o mercado consumidor mais otimista, seguido pelas Filipinas, tendo relegado a India para terceiro lugar.
Portugal manteve a sua posição como o mercado consumidor mais pessimista, que foi registada antes do início da crise política. Hungria e Itália surgem logo de seguida como os mercados consumidores mais pessimistas.

Veja também
Grécia aprova plano para despedir milhares de funcionários públicos
(http://gestornosapo.blogspot.pt/2013/07/grecia-aprova-plano-para-despedir.html)

18 julho 2013

Grécia aprova plano para despedir milhares de funcionários públicos

O governo de coligação grego, aprovou projeto-lei, para despedir milhares de trabalhadores do setor público. Protestaram milhares de trabalhadores em frente ao Parlamento, cantando slogans anti-austeridade.

Esta votação foi o primeiro grande teste para a coligação de dois partidos do primeiro-ministro Antonis Samaras, que perdeu um aliado, desde o corte abrupto da emissora estatal, no mês passado, e o deixou com uma maioria escassa de cinco lugares no parlamento de 300 lugares.

Grécia aprova plano para despedir milhares de funcionários públicos
Grécia aprova plano para despedir milhares de funcionários públicos


O projeto inclui planos extremamente polémicos com transferência e programa de rescisões para 25 mil funcionários públicos - principalmente professores e policias municipais – tendo provocado uma semana de marchas quase diárias, manifestações e greves em protesto.

Cerca de 5.000 gregos inundaram a rua, frente ao Parlamento, com a aproximação da votação, entoando algumas frases como: "Nós não vamos sucumbir, a única opção é resistir" e segurando balões pretos – a afluência às urnas foi muito menor do que nos protestos do ano passado.

"Após 12 anos de trabalho, eles despedem-nos numa noite", disse entre soluços, Patra Hatziharalampous, um guarda de escola de 52 anos de idade, em uniforme. "Se o governo grego tiver alguma coragem, devem dizer não ao resgate financeiro e recuperar alguns artigos do projeto de lei".

As reformas foram aprovadas horas da chegada a Atenas para sua primeira visita à Grécia desde a crise da dívida começou em 2009, do ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schaeuble - principal proponente da Europa da austeridade e responsabilizado por muitos gregos pelos seus problemas.

Antes da votação, Samaras anunciou o corte de impostos na Grécia desde o início da crise que dura há cerca de quatro anos, numa tentativa de acalmar os protestos de uma opinião pública cada vez mais desesperada.

"Nós não vamos relaxar", proferiu Samaras num discurso-surpresa na televisão ao anunciar que o imposto sobre o valor acrescentado (IVA) em restaurantes seria reduzido de 23% para 13%, a partir 1 de agosto.


Veja também

Despedimento coletivo (http://gestornosapo.blogspot.com/2013/07/despedimento-coletivo.html)

13 julho 2013

Despedimento coletivo

Segundo dados da Direção-Geral do Emprego e das Relações do Trabalho (DGERT), o número de empresas que recorreram ao despedimento coletivo aumentou também 30% até maio (de 387 para 482). 

12 julho 2013

Desemprego jovem

A Europa encara um sério e grave problema. O flagelo do desemprego juvenil na Europa não pára de crescer. Quase um quarto dos jovens europeus com menos de 25 anos não tem emprego. A França e Alemanha já anunciaram um programa de 6 mil milhões de euros. 
Ainda assim, os jovens qualificados reúnem mais hipóteses de obtenção de emprego.

Veja também
Desemprego na zona euro em máximos
(http://gestornosapo.blogspot.pt/2013/07/desemprego-na-zona-euro-em-maximos-da.html)

11 julho 2013

Salvação Nacional sem dúvidas

Para quem nunca se engana e raramente tem dúvidas, trata-se de uma jogada de alto risco político, estratégico e macroeconómico. Tudo isto porque o presidente da república portuguesa, Cavaco Silva, decidiu sair da sombra política e exercer uma obrigação de presidente: pronunciar-se sobre o estado do país.
Propõe uma Junta de Salvação Nacional, porque não acredita neste Governo "remodelado" e comandado por Paulo Portas e coadjuvado por Passos Coelho.
Vamos ter governo até junho de 2014 ?