21 janeiro 2011

Existe a impressão que Portugal está no caminho certo

Porta-voz de Merkel: "Existe a impressão que Portugal está no caminho certo"

Steffen Siebert diz que o governo alemão considera que Portugal está a aplicar reformas com a urgência que o momento de crise exige mas questiona a rapidez das mesmas.

Vamos acelerar o processo das reformas ? 


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19 janeiro 2011

Tráfego da TAP para Espanha sobe 12%

A TAP transportou 846 mil passageiros entre Portugal e Espanha em 2010, o que traduz um crescimento de 12%, equivalente a cerca de 100 mil passageiros, face ao ano anterior. 

A companhia aérea destaca "a melhoria da taxa de ocupação dos voos da companhia entre os dois países, que subiu cinco pontos percentuais, consolidando a posição da transportadora nacional como principal companhia a ligar a Península Ibérica".
 
A TAP opera no período de pico da procura, correspondente ao Verão, um total de 191 frequências semanais entre os dois países.
 
Entre Lisboa e Madrid, a TAP realiza 42 voos por semana, os mesmos que opera entre a capital portuguesa e Barcelona.
 
fontes:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=463945
http://tapvictoria.com/pt/Noticias/Noticias/TAP/Pag12

Sócrates terá pedido ajuda desesperada a Merkel

Segundo o "The Guardian", o primeiro-ministro português telefonou na semana passada à chanceler alemã "desesperado" para "pedir ajuda" da Alemanha, mas não uma intervenção externa nos moldes em que aconteceu com a Grécia e a Irlanda.
 
fontes:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=463821
http://www.jornaldoalgarve.pt/2011/01/socrates-tera-pedido-ajuda-desesperada-a-merkel/
http://www.sabado.pt/Ultima-hora/Dinheiro/Socrates-tera-pedido-ajuda--quot;desesperada-quot;.aspx
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/mercados/socrates-merkel-ajuda-divida-crise-agencia-financeira/1226974-1727.html
http://www.clubeinvest.com/forumbolsa/noticias/socrates-tera-pedido-ajuda-'desesperada'-a-merkel/
http://aeiou.expresso.pt/socrates-telefonou-a-merkel-a-pedir-ajuda=f626831

Os financiamentos de Portugal

Portugal volta ao mercado para colocar 750 milhões de euros em Bilhetes do Tesouro.

Combustiveis atingem máximos históricos

Gasolina atinge preco mais alto de sempre.
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18 janeiro 2011

Crescimento das economias emergentes

As previsões apontam que as economias emergentes e em desenvolvimento continuarão a crescer mais de duas vezes mais (6%) do que os países de rendimento elevado (2,4%).

Entrega de Boeing programada para Maio de 2008 é adiada pela sétima vez

Fabricante pode vir a ser obrigado a pagar penalizações pelo atraso na entrega dos aviões.
Neste caso, à terceira não foi de vez. Mas também não foi à quarta nem à quinta e nem mesmo à sexta. Vão em sete as vezes em que a entrega do Boeing 787 Dreamliner é adiada. Agora, a data limite é o terceiro trimestre de 2011, mais de três anos depois da data oficial, marcada para Maio de 2008.

fonte: 
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=463717

Barclays sofre multa recorde devido a aconselhamento falhado em fundo de alto risco

Penalização chega aos 9 milhões de euros e compensações que a instituição terá de pagar passam os 70 milhões. 
 
O Barclays foi multado pela Autoridade de Serviços Financeiros, numa penalização nunca antes vista no que diz respeito a falhas na banca de retalho.
 
O valor é de 7,7 milhões de libras (9,2 milhões de euros) por erros no aconselhamento sobre um investimento que consistia na venda de fundos de alto risco.
 
No entanto, o banco pode ter de pagar compensações de, aproximadamente, 60 milhões de libras (71,5 milhões de euros), já que os dois fundos foram vendidos a mais de 12 mil pessoas, num investimento que totalizou os 692 milhões de libras. A instituição já procedeu ao pagamento de cerca de 17 milhões de libras de indemnizações.
 
 
fonte:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=463709

Antigo banqueiro suíço entrega lista de protagonistas de evasões fiscais à WikiLeaks

Assange defende que "denunciante" está "de boa fé" e que informação será verificada, para ser divulgada em duas semanas.

Fonte:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=463475

Análise de Mercados e Perspectivas

Apesar de terem iniciado a semana passada em queda, pressionados pelos rumores de que Portugal poderia ser o próximo país a solicitar ajuda internacional, os mercados accionistas acabaram por recuperar e terminar a semana (10-14 janeiro) com ganhos, depois do primeiro leilão de dívida de longo prazo portuguesa ter sido bem recebido pelos investidores e após o Japão ter referido que irá comprar obrigações europeias para ajudar a zona euro a ultrapassar a crise de dívida soberana. O EUROSTOXX subiu 3%, o DAX 1,8%, o S&P 1,7% e o DOWJONES 1%.

Juros da dívida portuguesa voltam a colar-se aos 7%

As taxas de juro subjacentes aos títulos da dívida publica portuguesa a dez anos estão hoje, uma vez mais, em forte alta, tendo já pontualmente ultrapassado a barreira psicológica dos 7%.

17 janeiro 2011

No mês de dezembro foram realizados 113 milhões de levantamentos

No mês de dezembro foram realizados 113 milhões de levantamentos e compras no multibanco, num valor superior a 5,9 milhões de euros.
 
No período entre o dia 27 de Dezembro de 2010 e o dia 2 de Janeiro de 2011 foram efectuados, nos Caixas Automáticos da Rede MULTIBANCO, 7,1 milhões de levantamentos no valor de 519 milhões de euros.
 
No mesmo período foram efectuadas, nos Terminais de Pagamento Automático da Rede MULTIBANCO, 14,3 milhões de compras no valor de 643 milhões de euros. 
 O valor médio levantado por dia foi de 73 euros. Em compras, o valor médio dos pagamentos em lojas foi de 45 euros.

Sócrates no Golfo Pérsico 

PM reitera não estar na região para vender dívida pública
 
O primeiro-ministro, José Sócrates, disse hoje que a visita aos Emirados Árabes Unidos tem como objetivo falar sobre energias renováveis, garantindo que não estava no Golfo Pérsico para vender dívida pública, ao contrário do que sugeriu o ministro dos Negócios Estrangeiros.
Assim o PM dá o exemplo das energias renováveis e disse hoje em Abu Dhabi que "é possível fazer reformas em pouco tempo e obter resultados" referindo-se ao que Portugal fez nos últimos seis anos em matéria de energias renováveis. Mas se puder vender dívida, o país agradece !!!
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14 janeiro 2011

Wall Street nos máximos

Wall Street está a encerrar aos níveis mais elevados desde Agosto de 2008


A Bolsa de Nova Iorque encerrou na passada quarta-feira no seu nível mais elevado desde Agosto de 2008, animada pelas praças. Será que está para durar ?

Economia mundial continua a contrair

O Banco Mundial prevê um crescimento desacelerado para a economia do planeta em 2011, de acordo com as previsões.

cada portugues deve 14.800 eur

Cada um dos 10,6 milhoes de portugueses tem esta divida para com os dez paises que detem mais divida de Portugal, a começar por Espanha, França e Alemanha. Se toda esta quantia fosse pedida de uma só vez, alguém teria que nos financiar para a pagar. Mas se tivesse que ser paga em quinze anos, daria algo com 980 euro por ano. Ainda assim, impossivel para alguns (muitos) portugueses, pois muitos deles nao auferem rendimentos (desemprego, menores, etc). Assim, para pagar a divida actual, sem aumentar o endividamento no futuro, estima-se que será liquidada pela geração seguinte. É este o futuro que deixamos para os mais jovens ?

13 janeiro 2011

Vendas «em cadeia», «em pirâmide» ou de «bola de neve»

Decreto-Lei n.º 143/2001, de 26 de Abril

Artigo 27.º
Vendas «em cadeia», «em pirâmide» ou de «bola de neve»
1 - É proibido organizar vendas pelo procedimento denominado «em cadeia», «em pirâmide» ou de «bola de neve», bem como participar na sua promoção.
2 - Para efeitos do disposto no número anterior, considera-se venda «em cadeia», «em pirâmide» ou de «bola de neve» o procedimento que consiste em oferecer ao consumidor determinados bens ou serviços fazendo depender o valor de uma prometida redução do seu preço ou a sua gratuitidade do número de clientes ou do volume de vendas que, por sua vez, aquele consiga obter, directa ou indirectamente, para o fornecedor, vendedor, organizador ou terceiro.

fonte:
Decreto-Lei n.º 143/2001, de 26 de Abril
22 portugueses detidos em Angola, a maioria por crimes económicos

O número de portugueses detidos em Angola é actualmente de 22, a maior parte acusados de prática de crimes económico-penais, segundo informação do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).

Dos 22 detidos, 12 estão em prisão preventiva e três condenados em pena de prisão efectiva, segundo informação recente do Ministério.

Entre os que aguardam julgamento, há sete que incorrem na eventual pena de prisão, informou o MNE, entidade a quem cabe, através das representações diplomáticas e consulares, acompanhar a situação dos cidadãos portugueses detidos ou em processo de arguição em todo o mundo.

Sobre as causas dessas detenções, o Ministério adiantou que a maior parte está acusada da prática de crimes económico-penais.

Estas acusações resultam na sua maioria de situações de "vínculos laborais precários ou de desacordos em sociedades constituídas", refere ainda a informação prestada pelo MNE.

As perguntas sobre cidadãos portugueses presos ou passíveis de penas de prisão em Angola surgiram depois de "informações que chegavam apontando que o número seria superior".

A maior parte de os cidadãos portugueses detidos em Angola estarem acusados por "matérias que no nosso pais raramente determinam prisão", mas frisou que "tal como os estrangeiros em Portugal têm de respeitar as leis portuguesas, os portugueses tem de respeitar as leis dos países onde estão".

O caso mais mediático remonta a Maio de 2010 e diz respeito ao empresário português Pedro Morais Leitão, ligado a Pais do Amaral, que esteve detido em Angola devido à queixa feita por um dos sócios da empresa - a Garantia Seguros - , tendo depois sido libertado sob caução mas tendo que aguardar em Luanda pelo desfecho do processo.

fontes:
SIC Noticias
SAPO Noticias
Angola Digital
Digital News
Diario IOL
Noticias SOL
Agência LUSA

22 dezembro 2010

Os portugueses continuam pessimistas e gastam menos neste Natal

O Natal está a aproximar-se e os portugueses fazem contas à vida. O consumo nesta época diminuiu face ao período homólogo.

 

Mais de metade dos portugueses vão gastar menos em prendas de Natal este ano.

Tentamos imaginar os presentes que mais se adequam a cada um nesta época natalícia. Mas depois falta tempo para encontrar o presente ideal para cada um e, com a crise actual, deparamo-nos também com uma escassez de euros para atribuir a cada um o que de facto gostaríamos de dar.

Assim o pessimismo continua a marcar o ano de 2010 e em particular esta época natalícia.

Diria mesmo que os portugueses passaram a adoptar nova postura face aos comportamento de consumo.

Assim e de acordo com estudos recentes, os europeus continuam a consumir muito na época de Natal, mas as prioridades na compra centram-se agora na utilidade dos presentes, na necessidade de reduzir o montante gasto em cada um e na procura do melhor preço.


Nesta época natalícia os consumidores europeus e em particular os portugueses estão perante um conflito de influências. Estão divididos entre um ambiente económico desfavorável e a existência de novos produtos inovadores no mercado”, como seja o iPad, a nova máquina de café da Delta, a nova máquina fotográfica Nikon COOLPIX S8000 ou o novo telemóvel da Samsung Galaxy S.

Para continuar a interagir com os consumidores, os fabricantes e retalhistas necessitam de incorporar os novos media nas suas ferramentas de comunicação, uma vez que estão a ganhar terreno à publicidade tradicional na orientação das escolhas dos consumidores.


Querida, encolhi o orçamento do Natal

Face a este clima de pessimismo e incerteza, a maioria dos consumidores europeus planeia reduzir o orçamento para o período de Natal e Passagem de Ano, sendo que em Portugal, a redução é maior que a média.

Apesar de um declínio nos gastos previstos, os consumidores da Irlanda e do Luxemburgo vão gastar 1020 e 1200 euros, respectivamente. Os gregos dispõem de um orçamento de 410 euros bem como os holandeses, que sempre tiveram hábitos de consumo modestos nesta época.


Prioridades de compra alteraram-se


Os consumidores europeus querem manter os orçamentos controlados, um sentimento transversal a todos os estratos. Esta necessidade reflecte-se no aparecimento de novas estratégias de compra e na mudança dos hábitos de consumo a longo prazo.

Os portugueses desejam oferecer prendas úteis. Esta necessidade surgiu com a crise de 2008, mas que parece estar a tornar-se um comportamento permanente. Ainda bem.

Algumas sugestões:
-         Racionar a quantidade de presentes
-         Mais baratos
-         Oferta de presentes em grupo

As grandes marcas já perderam posição, sendo que os consumidores portugueses procuram agora, em primeiro lugar, presentes de retalho e marcas brancas em vez de grandes marcas.

Os adultos portugueses gostariam de receber de prenda de Natal:
-         Dinheiro
-         roupas/calçado
-         livros

Planeiam oferecer:
-         livros
-         cosméticos
-         perfumes

As crianças com menos de 12 anos vão receber presentes didácticos e os adolescentes até aos 18 anos vão receber livros.


Os novos canais de venda


Quase metade dos consumidores portugueses pesquisa e compara preços na Internet, em sitios como o MIAU, LEILOES, COISAS, EBAY, AMAZON, KUANTO KUSTA, PIXMANIA, IZIDEAL, PRECOS, BARATIX, entre outros. No entanto poucos portugueses (cerca de 20%) compram online.

A tendência é para as compras online aumentarem no futuro, salientando assim o potencial da Internet no mercado europeu de retalho e a alteração da mentalidade dos consumidores que de ano para ano se estão a habituar às compras online e a ganhar confiança na segurança dos pagamentos e entregas.

A preferência pela Internet está relacionada com facilidade de encontrar produtos com preços mais competitivos, a conveniência de todo o processo e a possibilidade de evitar as grandes multidões.

Os portugueses também são sensíveis a questões ambientais, mas dois terços dos portugueses e europeus consideram que estas ainda são uma desculpa para aumentar os preços.